sábado, 24 de outubro de 2009

A tendência é essa.

Quando Soares lançou o livro O Xangô de Baker Street, eu logo fiquei interessado em ler. Um dos motivos foi o personagem, Sherlock Holmes, que eu tanto gosto desde quando eu vi, há muitos anos, o filme O Enigma da Pirâmide, na Globo. Mesmo sendo um personagem literário fictício, geralmente a essência dele não muda. Ao ler o livro do , percebi que a leitura é fácil (ao contrário de Operação Cavalo de Tróia, que eu li depois). Alguns meses depois eu ouvi dizer que iam fazer um filme sobre o livro. Quando foi lançado, eu fui assistir no dia da estreia. Mais uma vez, uma arte levou a outra, como eu mencionei em outro post.

Eu sempre ouvi pessoas comentarem sobre filmes tirados de livros, e na maioria das vezes comentavam que o livro é melhor. Nunca dei bola para isso, porque quando eu era mais jovem eu não era muito chegado em livros. E eu sempre gostei muito mais de filmes.

Claro, eu já havia assistido a um monte de filmes de adaptações literárias, mas foi a primeira vez que eu assisti uma adaptação para cinema já conhecendo também o livro. E adivinha? Constatei que o livro é melhor que o filme. Nesse caso, devo dizer que o livro é muito melhor, a diferença é enorme. Se eu não tivesse lido o livro antes, talvez eu teria gostado do filme. Mas o fato é que eu saí do cinema realmente decepcionado.

Desde então eu estou sempre atento a filmes que eu pretendo ver e que o roteiro seja uma adaptação, como, mais recentemente, O Leitor.

Ironia: sobre Sherlock Holmes, no início do filme O Enigma da Pirâmide você recebe esta informação: "A história que se segue é original, e não baseada nos livros de Sir Arthur Conan Doyle".


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