sábado, 17 de dezembro de 2011

Vangelis (1)

Eu não conheço o filme para o qual esta música foi feita, Antarctica (Nankyoku monogatari, 1983) - eu nem sabia que era de um filme. Mas eu sempre conheci essa música e, depois de muito tempo, relembrei hoje (só a música).






quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Nobody Does It Better

Ontem eu revi 007 O Espião Que Me Amava (1977). Para quem gosta deste gênero de aventura que ultrapassa facilmente os limites do provável e até do possível, este é um dos poucos filmes da série James Bond que realmente compensa muito ver. Mas o filme é mais do que isso. Eu achei bom rever. Mas o que eu mais senti falta foi o que eu senti quando eu vi o filme pela primeira vez, com o exótico, o espirituoso e tudo mais que antes era novidade no cinema, antes de cair na mesmice em tantos outros filmes que foram feitos após o surgimento da série James Bond.

Porém, 007 O Espião Que Me Amava não envelheceu, principalmente para quem assiste pela primeira vez. Por isso, para quem não conhece, eu recomendo assistir sem ver nenhum trailer antes e nem outra coisa que mostre algo do filme.


























Outros que também acho os melhores: Moscou contra 007, 007 contra A Chantagem Atômica, 007 Somente para Seus Olhos (esses 3 são mais "realistas"), 007 Marcado para a Morte, e o filme 007 Cassino Royale (2006).


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Atualização

Como eu havia dito a respeito do 007 O Espião Que Me Amava, o filme não chega a passar a sensação de ter envelhecido. Mas o tempo fez com que o filme não venha apresentando tantas coisas surpreendentes nas últimas décadas. Um exemplo disso é a moto aquática que, na época, era algo que o mundo nunca tinha visto nada parecido. Em termos de inovações então inexistentes, eu faço um paralelo dos filmes da série James Bond no cinema das décadas de 60 e 70, com os livros de Jules Verne na época das publicações de suas obras.

Outro exemplo é o filme 007 contra a Chantagem Atômica (que é de longe um dos meus favoritos da série), onde a piscina na casa do vilão era uma imagem impactante na época, mas que deixou de ser através dos anos - muito disso devido a copiarem essa ideia também.

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Atualização 2

Outro filme é Com 007 Só Se Vive Duas Vezes, de 1967 (não é dos meus preferidos), onde o quartel general secreto do vilão parece mesmo coisa de filme de ficção científica. Hoje em dia aquele tipo de teto - ou algo mais ou menos parecido - existe em vários lugares.




Aguardando o lançamento comercial

Foi lançado no Rio de Janeiro o documentário sobre a vida de Roberto Marinho, no Palácio da Cidade, sede da prefeitura do Rio. O documentário faz parte da serie Os Grandes Brasileiros e fala da história do fundador das Organizações Globo contada com ajuda de imagens e depoimentos inéditos.

A casa no Cosme Velho, bairro tradicional do Rio de Janeiro, é o cenário que ajuda a contar os 98 anos de vida de Roberto Marinho. Os casamentos, o nascimento dos filhos, a decisão de fundar a TV Globo aos 60 anos. Quase tudo ele viveu na casa.

O filme é conduzido pelos três filhos do jornalista, pelo mordomo Edgar, por colaboradores da TV Globo e do Jornal O Globo, e intelectuais.

“Eu vejo o Roberto Marinho como um brasileiro universal. Vejo aquele que imaginou o Brasil com uma categoria cultural excepcional”, fala Nélida Piñon.

O documentário faz parte da série Os Grandes Brasileiros. O lançamento de Roberto Marinho, o Senhor do seu Tempo foi no Palácio da Cidade, sede da prefeitura do Rio.

O DVD, com 56 minutos, mostra Roberto Marinho assumindo o comando do jornal O Globo aos 26 anos, a fundação da Rádio Globo, da TV Globo e do maior centro de produção de televisão da América Latina, o Projac, aos 91 anos.

“Ele tinha certeza de que os grupos de comunicação deveriam ser multimídias no futuro. Essa visão ele sempre teve”, fala o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho.

“Casou com 43 anos. Entrou na televisão com 60. Ele não tinha a menor noção do tempo. Para ele, 60 anos era igual a ter 30 num sujeito normal”, conta o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho.





quinta-feira, 14 de abril de 2011

Insensato Talento

Depois de quase 3 anos, cá estou eu acompanhando uma novela de novo.
No início do ano passado, quando eu ouvi falar que estava para estrear a nova novela do meu autor favorito, inicialmente fiquei na expectativa. Insensato Coração: de cara achei o nome estranho e tive um mal pressentimento. Ai eu pensei: 'bom, esse bem que podia ter sido o nome da novela O Dono do Mundo', que foi uma novelaça. Hoje, passados 3 meses, já dá pra ter uma opinião formada do que eu vi até aqui.

Antes deste ano algumas notícias foram aparecendo na internet, como a contratação de Ana Paula Arósio e, antes das filmagens começarem, o fato de eles terem cortado ela do elenco. Gostei disso. No lugar dela escalaram Paolla Oliveira que, como atriz, eu acho fraca, mas por ela pelo menos eu não tenho nenhuma antipatia e, além disso, bem, ...

Junto com Ana Paula Arósio, bem que eles podiam ter cortado também Lázaro Ramos e Camila Pitanga.

Fábio Assunção, que já havia sido contratado para fazer o personagem Leonardo, não pôde participar por causa de problemas pessoais.

A intenção inicial, e que parece ser mesmo o que está acontecendo, é, como eles dizem, um rodízio de atores. José Wilker por exemplo, que esteve ótimo, sumiu da novela, assim como a tal da Bruna Linzmeyer que eu espero que nunca mais retorne. Tarcísio Meira continua, e o sempre ótimo Antônio Fagundes parece que deu um tempo.

Gabriel Braga Nunes é esforçado e até que está se saindo bem, ao contrário de Eriberto Leão. Glória Pires, sempre competente, faz um papel mais complexo do que parece. Uma matéria na internet diz: 'quem acha que a personagem dela em Vale Tudo é má, espere para ver a personagem dela nesta novela'. Analisando hoje, esse boato parece falso, mas não é. Déborah Secco, mais uma vez, interpretando sempre a mesma personagem de novela para novela , que só muda de nome (e com o corpo que eu acho cada vez mais estranho). Deborah Evelyn é talentosa (além de ser simpática), mas parece que só dão personagens antipáticas para ela. O núcleo de humor da novela também está chato.

Na minha opinião, o núcleo jovem está razoavelmente bonitinho e insonso, pior que Malhação, que aliás eu nunca tive paciência de ver.

No geral, talentos e não-talentos estão se confirmando. Então de quem é o insensato talento? Gilberto Braga, um autor genial, cujo talento já alguns anos que ele vem demonstrando que não sabe onde deixou e por enquanto ainda não encontrou. O colaborador dele também não colabora. O que contrasta demais com a própria novela Vale Tudo que vem sendo exibida mais uma vez, agora pelo canal Viva.

Quando acontece de eu perder um capítulo, nem fico preocupado em procurar no Youtube. Eu vou continuar acompanhando. Espero que melhore. E muito. Mas, passados 3 meses já tá no prejuízo.

PS: quanto à abertura da novela, certamente já vi melhores. Esta, por exemplo, da novela Celebridade:



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Atualização: 14 de Junho - Todos nós temos opiniões sobre tudo e qualquer coisa que entra em nossas casas todos os dias.
Eu, particularmente, já faz umas três semanas que eu não assisto a novela. Então parece mesmo que eu já fiquei por aqui (ou por lá).



sábado, 26 de fevereiro de 2011

Academy Awards

(última atualização: 27/02, 11:52 a.m.)

Um ano já passou e, depois de eu ver vários filmes, incluindo esta última semana que passou, Domingo agora é dia do Oscar outra vez. Apesar de muitas edições serem chatas, não adianta: estou sempre vendo ano após ano. Espero que este ano seja bom. Espetáculo e show mesmo foi a edição de 1996, que premiou os melhores de 95, e que até hoje eu não esqueço.

Muitos costumam fazer suas apostas. Para este ano aqui estão as minhas preferências. Em cada categoria, o primeiro filme é o que eu gostaria que ganhasse / o segundo é o que provavelmente irá ganhar.


Figurinos: O Discurso do Rei / A Tempestade

Ator Coadjuvante: Geofrey Rush, por O Discurso do Rei / Christian Bale, por O Vencedor

Maquiagem: Minha Versão Para o Amor (razoável) / O Lobisomem

Direção de Arte: A Origem / O Discurso do Rei (ótimo também)

Edição de Som: A Origem / Toy Story 3

Mixagem de Som: A Origem / A Origem

Atriz Coadjuvante: (só vi Helena Bonham Carter, por O Discurso do Rei) / Melissa Leo, por O Vencedor

Fotografia: A Origem / Bravura Indômita

Montagem (edição): A Origem (nem sequer foi indicado!) / A Rede Social (boa também)

Documentário: não vi nenhum / Lixo Extraordinário

Filme em Língua Estrangeira (não inglesa - nunca entendi o porquê da divisão de idiomas): não vi nenhum / Em Um Mundo Melhor, da Dinamarca.

Longa Metragem de Animação: não vi nenhum / Toy Story 3

Efeitos Especiais: A Origem / A Origem

Trilha Sonora: A Rede Social / O Discurso do Rei

Canção: (só vi 127 Horas, "If I Rise" - canção razoável) / "We belong together", de Toy Story 3

Roteiro Adaptado: A Rede Social / A Rede Social

Roteiro Original: A Origem / O Discurso do Rei

Diretor: Tom Hooper, por O Discurso do Rei / David Fincher, por A Rede Social

Atriz: Natalie Portman, O Cisne Negro / Annette Bening, Minhas Mães e Meu Pai

Ator: Colin Firth, O Discurso do Rei / Colin Firth, O Discurso do Rei

Filme: O Discurso do Rei / O Discurso do Rei


(a lista completa dos indicados)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Superb !

Va, Pensiero - Giuseppe Verdi.


sábado, 1 de janeiro de 2011

"A mente que se abre a uma nova ideia, jamais volta ao tamanho original."

Que o digam os personagens de A Origem, e principalmente Christopher Nolan, que escreveu, produziu e dirigiu esse filme - que eu aluguei ontem e vi hoje.
No geral, 2010 foi um ano fraco do cinema mundial, mas houve alguns bons filmes e, dentre os que eu vi até o momento, eu considero esse o melhor. É sobre um grupo de especialistas em invadir as mentes das pessoas através dos sonhos, criar e recriar esses sonhos visualmente para roubar segredos do subconsciente. Impressionante.

























(frase-título que peguei de Albert Einstein)