domingo, 15 de abril de 2012

Estúdio i

Estúdio i é um programa jornalístico de entrevistas, debates e comentários com informalidade e muita informação apresentado de segunda a sexta às 14h na Globo News. Tem a apresentação da jornalista Maria Beltrão - (quando não é raramente substituída por outro apresentador) - e conta ainda com a participação de diversos colunistas diários, ao vivo no estúdio, além de participações especiais eventuais. É também apresentado pela Rede Globo na antena parabólica.
programa conta com repórteres, ao vivo, diariamente de todos os cantos do Brasil e do mundo, trazendo as principais manchetes do dia no mundo. A atração tem como principais características a informalidade e a inteligência, as quais dão o significado do nome do programa. A novidade será que sempre ao término do programa, Maria Beltrão e convidados fazem um chat sobre o programa que acabou de terminar. Eventualmente, o Estúdio i recebe convidados especiais como atores, escritores, jornalistas, diretores etc, que comentam com a apresentadora seus trabalhos e, também, dão sua opinião sobre os principais acontecimentos do dia mostrados no programa. Cantores e bandas também marcam presença na atração, divulgando suas músicas novas e antigas e novos trabalhos.

Wikipedia






segunda-feira, 9 de abril de 2012

A Nova Novela das 8

Ou das Nove. Enfim, esse é o único horário que eu venho tendo interesse em acompanhar novela há muitos anos (a última novela de outro horário que eu vi foi uma das seis, Força de um Desejo. E, das sete, há mais tempo ainda, A Viagem, em 1994).

Mas apesar de eu estar sempre antenado no assunto, eu vejo novela muito menos do que parece. Depois de eu ter deixado de lado Insensato Coração no máximo na metade (e não gostei de nada do que eu tinha visto dela) e de eu não ter visto nem 1 minuto sequer de nenhum capítulo da tal de Fina Estampa - e eu sei que fiz muito bem -, novamente estou acompanhando outra. Eu estava com certa expectativa em relação à Avenida Brasil, porque é do mesmo autor de A Favorita, uma das melhores novelas da história.

Avenida Brasil está ótima. Eu só não gosto muito do núcleo secundário, o tal do Cadinho e suas três esposas. Meio chato. Mas parece que até mesmo isso está começando a ficar um pouco melhor.

Mas, no geral, até aqui cada capitulo vem sendo um show à parte.


sábado, 17 de dezembro de 2011

Vangelis (1)

Eu não conheço o filme para o qual esta música foi feita, Antarctica (Nankyoku monogatari, 1983) - eu nem sabia que era de um filme. Mas eu sempre conheci essa música e, depois de muito tempo, relembrei hoje (só a música).






quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Nobody Does It Better

Ontem eu revi 007 O Espião Que Me Amava (1977). Para quem gosta deste gênero de aventura que ultrapassa facilmente os limites do provável e até do possível, este é um dos poucos filmes da série James Bond que realmente compensa muito ver. Mas o filme é mais do que isso. Eu achei bom rever. Mas o que eu mais senti falta foi o que eu senti quando eu vi o filme pela primeira vez, com o exótico, o espirituoso e tudo mais que antes era novidade no cinema, antes de cair na mesmice em tantos outros filmes que foram feitos após o surgimento da série James Bond.

Porém, 007 O Espião Que Me Amava não envelheceu, principalmente para quem assiste pela primeira vez. Por isso, para quem não conhece, eu recomendo assistir sem ver nenhum trailer antes e nem outra coisa que mostre algo do filme.


























Outros que também acho os melhores: Moscou contra 007, 007 contra A Chantagem Atômica, 007 Somente para Seus Olhos (esses 3 são mais "realistas"), 007 Marcado para a Morte, e o filme 007 Cassino Royale (2006).


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Atualização

Como eu havia dito a respeito do 007 O Espião Que Me Amava, o filme não chega a passar a sensação de ter envelhecido. Mas o tempo fez com que o filme não venha apresentando tantas coisas surpreendentes nas últimas décadas. Um exemplo disso é a moto aquática que, na época, era algo que o mundo nunca tinha visto nada parecido. Em termos de inovações então inexistentes, eu faço um paralelo dos filmes da série James Bond no cinema das décadas de 60 e 70, com os livros de Jules Verne na época das publicações de suas obras.

Outro exemplo é o filme 007 contra a Chantagem Atômica (que é de longe um dos meus favoritos da série), onde a piscina na casa do vilão era uma imagem impactante na época, mas que deixou de ser através dos anos - muito disso devido a copiarem essa ideia também.

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Atualização 2

Outro filme é Com 007 Só Se Vive Duas Vezes, de 1967 (não é dos meus preferidos), onde o quartel general secreto do vilão parece mesmo coisa de filme de ficção científica. Hoje em dia aquele tipo de teto - ou algo mais ou menos parecido - existe em vários lugares.




Aguardando o lançamento comercial

Foi lançado no Rio de Janeiro o documentário sobre a vida de Roberto Marinho, no Palácio da Cidade, sede da prefeitura do Rio. O documentário faz parte da serie Os Grandes Brasileiros e fala da história do fundador das Organizações Globo contada com ajuda de imagens e depoimentos inéditos.

A casa no Cosme Velho, bairro tradicional do Rio de Janeiro, é o cenário que ajuda a contar os 98 anos de vida de Roberto Marinho. Os casamentos, o nascimento dos filhos, a decisão de fundar a TV Globo aos 60 anos. Quase tudo ele viveu na casa.

O filme é conduzido pelos três filhos do jornalista, pelo mordomo Edgar, por colaboradores da TV Globo e do Jornal O Globo, e intelectuais.

“Eu vejo o Roberto Marinho como um brasileiro universal. Vejo aquele que imaginou o Brasil com uma categoria cultural excepcional”, fala Nélida Piñon.

O documentário faz parte da série Os Grandes Brasileiros. O lançamento de Roberto Marinho, o Senhor do seu Tempo foi no Palácio da Cidade, sede da prefeitura do Rio.

O DVD, com 56 minutos, mostra Roberto Marinho assumindo o comando do jornal O Globo aos 26 anos, a fundação da Rádio Globo, da TV Globo e do maior centro de produção de televisão da América Latina, o Projac, aos 91 anos.

“Ele tinha certeza de que os grupos de comunicação deveriam ser multimídias no futuro. Essa visão ele sempre teve”, fala o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho.

“Casou com 43 anos. Entrou na televisão com 60. Ele não tinha a menor noção do tempo. Para ele, 60 anos era igual a ter 30 num sujeito normal”, conta o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho.